
O Palhaço (2011) - filme dirigido e protagonizado por Selton Mello traz uma fotografia bacana, um roteiro bem parado, poética e minimalista. Gostei bastante pois matei a saudade (ou a tive aumentada) pelas imagens do cerrado e do interior da minha Minas Gerais.

Central do Brasil (1998) - muito bom, como todos sabem. Só eu mesmo que ainda não tinha o visto.
Os Incompreendidos (1959) - clássico do cinema francês totalmente desconhecido pra mim. Bem simples. De François Truffaut.
Terror na Ópera (1987) - (Festival do Rio) - filme TRASH.
O Mercado - (Festival do Rio) - documentário indiano bastante interessante sobre o comércio de rins num vilarejo na Índia, tendo como clientes principalmente os canadenses.
My Joy (2011) - (Festival do Rio) - filme ucraniano com uma fotografia inovadora (na minha opinião), principalmente no que diz respeito à "desfocalização" do personagem central. Várias cenas são compostas de eventos ocorrendo no segundo plano, tirando a atenção exclusiva do personagem principal na mesma, como geralmente ocorre. Isso foi uma tentativa bizarra de descrever o que percebi lá. Quem entender de técnicas de fotogragia, me explique. Lembra muito "Onde os fracos não têm vez", principalmente pelo final inesperado e confuso.
Chantrapas (2010) - (Festival do Rio) apesar da tentativa do diretor de fazer algo autobiográfico e que mostrasse os infortúnios sofridos por um cineasta iniciante, simplesmente odiei o longa pelo humor pastelão e a falta de uma história realmente interessante.

Up - Altas Aventuras (2009) - animação mediana e bem "nonsense". Quadrilha de cães falantes e uma casa flutuante são exemplos da criatividade do roteirista.